Lock Spaces já é uma referência no setor da Arquitetura e Construção

Everis

No rescaldo do 3º aniversário, assinalado em abril, o diretor-geral da Lock, Pedro Toscano, recebeu a Vida Imobiliária para dar a conhecer o percurso desta empresa portuguesa que, em apenas três anos, se consolidou como «uma referência no mercado da arquitetura e construção».

A Lock estreou-se no mercado nacional em 2015, prestando serviços de conceção e construção de interiores de escritórios e lojas que, explica Pedro Toscano, é «o nosso core business e um mercado onde temos hoje forte presença». Acompanhando a evolução do mercado imobiliário, a empresa cresceu e diversificou, passando a desenvolver projetos em vários outros segmentos, passando dos escritórios e comércio à restauração, ginásios e, mais recentemente, à habitação e reabilitação urbana. «Dada a forte procura conduzida tanto por investidores como por utilizadores finais, percebemos que era a altura de também apostar no mercado residencial», conta Toscano. O resultado está à vista: «hoje somos uma empresa que cobre todas as áreas do nosso setor de atividade na vertente de arquitetura e construção».

Em breve, a Lock pretende estrear-se também no mercado hoteleiro. «Os números estão à vista», diz Pedro Toscano, «há muitos hotéis em pipeline e poucos construídos de raiz, e queremos estar presentes neste mercado de reabilitação, para o qual nos sentimos perfeitamente capacitados: temos o know how de interiores, da coordenação do projeto de arquitetura com o projeto da especialidade e somos muito sensíveis aos timings que os clientes têm, procurando abrir o mais depressa possível para rentabilizar o investimento que fizeram».

Clientes chegam de todo o mundo

Hoje, clientes de todo mundo confiam à Lock os projetos das suas instalações. Na área dos escritórios, por exemplo, a empresa soma vários projetos para alguns dos maiores ocupantes em Portugal, como o da nova sede do BNP Paribas, sendo também responsável por toda a rede de espaços do Crédito Agrícola Seguros em Portugal, ou pelos escritórios do grupo Ascendum ou da McKinsey, entre vários outros. Atualmente, a empresa está envolvida na obra do nº 213 da Rua Castilho, em Lisboa, um edifício de escritórios que será reabilitado.

No segmento de retalho, destaque para o restaurante Yakuza, do grupo Olivier, o Dr. Line, o Eggcelence do CascaiShopping, o restaurante 31 da Armada, em Lisboa, e ainda várias lojas MAC – Grupo Estée Lauder.

Já no mercado de particulares, atesta Pedro Toscano, «estamos a ter muitos convites e muitas obras executadas para estrangeiros, nomeadamente franceses e brasileiros que procuram empresas com capacidade para gerir e desenvolver um projeto chave na mão, ou seja, que querem delegar todo o processo relacionado com o conceito, conceção e construção numa só entidade».

A importância de um serviço diferenciador

Pedro Toscano não tem dúvidas que «existe espaço no mercado para empresas que apostem num serviço diferenciador em todos os procedimentos necessários à cadeia de valor do nosso negócio».

No caso da Lock, uma das apostas estratégicas passa pela parceria com arquitetos externos e com provas dadas no mercado, posicionando-se «uma empresa de construção assessorada por arquitetos com um know-how especializado para cada uma das diferentes áreas onde operamos, cujos serviços agregam ainda mais valor ao nosso trabalho; contribuindo para a satisfação do cliente», resume aquele responsável.

Até porque, realça, «a atividade na área dos interiores é muito exigente, já que trabalhamos com timings muito apertados e temos de devolver projetos com acabamos de excelência pois, ao fim ao cabo, são a face mais visível do nosso trabalho junto do cliente e o nosso cartão de apresentação.

Embora rápidas, as obras têm de ser muito bem executadas, algo que só é possível de realizar quando trabalhamos com equipas de excelência. Por isso é que consideramos que cada obra tem de ter a sua própria equipa, constituída por uma equipa multidisciplinar de profissionais fortemente especializados naquele segmento específico, seja restauração, habitação, retalho ou escritórios».

Defendendo que «o caminho é a especialização», a Lock aposta também na sensibilização do cliente final sobre a importância de se investir num bom projeto de arquitetura e construção e da contratação de serviços especializados. «Queremos informar o cliente sobre o que pode e deve ser feito para que tudo corra bem, deixando para trás a ideia de que sabemos e podemos fazer um pouco de tudo. Um cliente bem informado facilita todo o processo de conceção e execução, e quanto mais transparente for essa comunicação maior será também a satisfação do cliente», argumenta Pedro Toscano.

ADN 100% português

Com capital 100% português e uma equipa de 15 pessoas, a Lock surgiu da iniciativa de Pedro Toscano, com experiência imobiliária, Miguel Moreno, da área da banca e seguros, e da arquiteta Cristina Conduto. «A missão e os valores da empresa são partilhados por todos, traduzindo uma paixão e dedicação a todos os projetos que assumimos; sempre assentes em princípios de transparência, rigor e profissionalismo com todos os nossos stakeholders».

Olhando em frente, a rota é de crescimento, até porque o momento do mercado é muito positivo. «E isso vê-se pelo número de projetos que temos em carteira e em pipeline», afirma Pedro Toscano, antecipando que «haverá cada vez mais procura para escritórios», bem como a continuação da forte dinâmica nos setores residencial, do fitness ou da hotelaria. «Continuando a haver um mercado muito dinâmico, haverá uma tendência natural de crescimento», conclui.

Com capital 100% português, a Lock foi criada em 2015 por Pedro Toscano, Miguel Moreno e Cristina Conduto, contando hoje com uma equipa de 15 pessoas.

Partilhar: